Pai de aluno da escola Alcina Dantas Feijão,que se matou após ter atirado na professora,diz falta de justificativa para o comportamento do filho.
Escola onde o crime ocorreu.
Após duas semanas da trajédia acontecida na cidade de São Caetano do Sul,envolvendo um garoto de dez anos,que após balear sua professora em sala de aula,suicidou-se,o reinício das aulas é marcado pelo drama dos alunos e a ajuda de psicólogos.
O pai do menino,que é guarda municipal,diz que após sentir falta de seu revólver,interrogou o filho,já quando estava na escola,se tinha a pego,com a negação do garoto,que demostrava sinceridade na resposta.
A criança usou a arma escondido e sem a permissão do pai,que em entrevista,lamentou a confiança dada ao filho,e se pronunciou dizendo:"Não imaginaria que isso pudesse acontecer,nunca vai ter resposta".Segundo ele e parentes,o filho não aparentava descontrole e tinha um perfil psicológico calmo,sem brigas na escola e adorado por todos á sua volta.
Pais de Davi dizem não se sentirem culpados,e família lamenta sua morte.
Um dos colegas se manifestou dizendo á imprensa que a arma foi usada apenas como objeto de exibição,e com o pânico ao acidentalmente atirar na professora,seu amigo Davi teria se matado.
Porém,a investigação do caso está sendo baseada na hipótese de outro aluno,em que o acontecido teria sido proposital.
Ainda há muitas dúvidas sobre o ocorrido,e começa a se pensar no fato de que Davi teria sido estimulado ao crime.
Escrito por : Júlia
Postado por : Júlia


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